hoje é um dia desses. na verdade, começou já de madrugada - dona Sofiinha caiu da minha cama. quase tive um enfarto do miocardio, vim socorrê-la preparada para ver sangue. mas, ainda bem e graças às forças extraterrenas, não aconteceu nada. fiquei com medo que ela tivesse batido a cabeça, e não a deixei dormir. ficamos até 02h30 vendo... cocoricó!!! claro!!!
desde que acordei estou com a sensação de ter o corpo descolado da minha alma, e assim continuou por todo o dia. nada deu certo, absolutamente nada!
salvo no fim do dia, quando resolvi abandonar tudo e ir ao cinema. sim, eu fiz isso. sessão das 16h00... que peso na consciência! fui ver "à deriva", bem apropriado. é bom... a visão do amor, ou a falta dela, por uma menina de 14 anos. as aventuras das descobertas amorosas dela são cadenciadas pelo processo do fim do casamento dos pais.
aí fiquei pensando: para os filhos, será melhor ter um lar formal desestruturado, ou simplesmente não ter um lar formal? o que é mais ou menos nocivo?
de qualquer forma, o amor é mesmo incompreensível.
quanto a mim - o tempo que passei no cinema parece que a minha alma veio me dar um alô, mas depois foi de novo embora quando eu estava no congestionamento. e até agora nada dela...
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